Jogos 80 no PS3 TV

18 fevereiro, 2008

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No próximo sábado, dia 23 de Fevereiro, alguns amigos e eu estrearemos um especial sobre games clássicos no programa PS3 TV da emissora allTV, o Jogos 80 TV. A idéia, claro, é falar sobre jogos clássicos de arcades, de consoles e de microcomputadores, mas os que foram lançados até meados dos anos 90 e que sejam de 8 e de 16 bits. Não iremos abranger o universo dos modernos, afinal, o PS3 TV já faz isso.

O episódio inaugural, que irá ao ar das 19 hrs. às 21 hrs., será apresentado ao vivo por Fernando “Cabelo” Salvio (com meu auxílio e com a ajuda do amigo Richard Valdivia) e mesclará atrações no próprio estúdio, entrevistas e matérias pré-gravadas; tudo regado com muito humor e trapalhadas! Teremos, ainda, a colaboração dos amigos Mauro Berimbau (professor da ESPM e especialista em Advergames), André Forte (jornalista/editor da área de games), Renan Lima (atuando como… SURPRESA!), Mauricio Munuera (colecionador de games) e Rodrigo “Duvisa” Mateos (colecionador de games).

O internauta/espectador poderá participar, ao vivo, via chat ou e-mail, e concorrerá a um Atari 2600 com dez jogos, sorteado ao término.

Especial Jogos 80 no PS3 TV.

Quando? Sábado, 23 de Fevereiro (e sempre mensal).

Onde: Na allTV – http://www.alltv.com.br.

Qual Horário? Das 19 hrs. às 21 hrs.

Assista ao vídeo da chamada do Especial Jogos 80, clique aqui:

Até lá!


Documentário: The King of Kong

28 janeiro, 2008

thekingofkong.jpgNa semana passada assisti a um documentário fantástico sobre o mundo dos games: “The King of Kong: A Fistful of Quarters”. Produzido em 2007 e dirigido pelo novato Seth Gordon, ele trata essencialmente de dois jogadores que disputam o título de maior recorde de todos os tempos no arcade Donkey Kong. São eles Billy Mitchell, que joga em público desde os anos 80 e é super conhecido no meio, e Steve Wiebe, um engenheiro que aprendeu as manhas do game quando, desempregado, passou horas em sua garagem digladiando com a máquina. Vemos, em meio às peripécias e brigas familiares regadas a algumas teorias de conspiração gamística, a ameaça feita por Wiebe ao título mundial – da fita de vídeo gravada em casa com o novo recorde – a prova – à viagem a um campeonato de games em outro estado; afinal, é preciso convencer a todos. Nota-se, também, como Billy Mitchell é, embora intitulado como o “maior jogador de jogos clássicos de arcade da História”, nitidamente enfocado como o vilão, ao passo que Wiebe é visto como o cara legal.dkong_title.png

Bem-feito, dinâmico e bem escrito, “O Rei do Kong” mostra também o pessoal do site Twin Galaxies, o receptáculo internacional de recordes de games em geral, mas especialmente dos clássicos. Há um momento pitoresco, inclusive, em que um dos “juízes”, responsável por analisar as centenas de fitas de vídeo enviadas diariamente ao site via correio, mostra a quantidade de fitas em sua sala de estar. É impressionante como classic gaming é levado a sério nos E.U.A. Vemos como é forte a cultura de games e tudo o que cerca o mundo desse tipo de diversão eletrônica naquele país.

O desfecho é mais ou menos óbvio, mas não se engane! Cheque o Twin Galaxies! Depois de ver este documentário, você jamais enxergará Donkey Kong da mesma fora.


Documentário britânico Arcade Attack

4 dezembro, 2007

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É incrível como, de tempos para cá, a tecnologia fica obsoleta e se reinventa tão rapidamente, quase como se não aproveitássemos direito um produto recém comprado. Em termos de games, não é diferente, tem-se a impressão de que um console é lançado e, logo, é substituído por um que tenha mais memória, mais capacidade gráfica e jogos mais complexos. Houve uma época, porém, que as coisas não aconteciam tão rapidamente. Sobre este tema, o “estar obsoleto” e a chegada do novo, é que trata o documentário britânico Arcade Attack: The Silverball Heroes Vs. Video Invaders, produção de 1982 do ilustre desconhecido Mike Wallington. Em seus 25 minutos de duração, Arcade Attack põe frente à frente um colecionador de Pinball e um garoto prodígio no jogo de arcade Defender, da Williams, à época em que os fliperamas de tela ganhavam popularidade. Cada qual procura se “defender”, demonstrando por A + B as peculiaridades positivas de seus objetos de desejo – o caráter caótico do Pinball contra a “inteligência” regida pelos chips de Defender.

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O grande lance do documentário, por outro lado, já pode ser percebido nos primeiros minutos, nas cenas rodadas em um cais da Inglaterra – o destino cruel a que todos os aparelhos eletrônicos, inclusos os games, acabam entregues: tornar-se obsoletos. É o que percebemos ao constatar a imensa coleção de pinballs barulhentos e iluminados versus as novas máquinas de diversão eletrônica, os arcades, que chegavam para ficar – os pontos de vistas opostos sobre os quais já falei.

Não ousarei estragar os fantásticos minutos finais do documentário (se é que se pode chamá-lo assim, pois há uma mudança brusca na linguagem, que se torna metalinguagem), quando os telespectadores poderão esperar algo parecido com o que se vê no filme TRON: Uma Odisséia Eletrônica. Calma! Não estragarei as surpresas, fiquem tranquilos!

Como se trata de um vídeo raro de se achar até mesmo para aquisição, o jeito é efetuar o download, via torrent, a partir daqui. E preparem seus ouvidos, pois o sotaque britânico é bem forte e não há legendas.

No fim das contas, a ironia da coisa é que, hoje, tanto o Pinball quanto os Arcades (como os conhecemos) estão extintos. E quem não tem medo de ficar obsoleto?


Saindo de férias…

19 novembro, 2007

Amigos, estou saindo de férias do trabalho e, portanto, este blog ficará sem atualização por um período. Peço desculpas, mas viajarei por uns dez dias ao Interior.

Abraços a todos!


Livro em PDF sobre o CoCo para download

11 novembro, 2007

cocobook.jpgOs computadores da linha Tandy Color Computer, ou simplesmente CoCo, não fizeram tanto sucesso no Brasil, que recebeu representantes genuínos por meio da Prológica com seus CP400 e CP400 II. No exterior, porém, o CoCo é idolatrado por uma legião de fãs ardorosos que, quase sempre, começaram a engatinhar na Informática nas teclas de um TRS-80.

Um desses fãs, o americano Frank Swygert, reuniu todos os tipos de informações sobre o CoCo e lançou seu livro virtual, em formato PDF, sobre o micro, o Tandy’s Little Wonder: The Color Computer 1979 – 1981. Com quase 140 páginas, a publicação tem de tudo um pouco: história, propagandas da época, esquemáticos, descrições de hardware, dados sobre clones, informações sobre periférios e muito mais em uma diagramação simples, mas eficiente.

O livro está disponível para download gratuito aqui.

No que tange aos jogos, os micros CoCo têm uma característica muito interessante: a grande maioria dos games são clones de títulos conhecidos, há poucos jogos oficiais. O CoCo 3, lançado em 1986, é o que apresenta jogos com qualidade gráfica melhor e o que mais atrai os programadores novos – com jogos homebrew muito bons como Gate Crasher e Donkey Kong Emulator.

Leia a entrevista de um destes programadores, Nickolas Marentes.


Steven Spielberg jogando Tempest?

9 novembro, 2007

Ontem tive a oportunidade de assistir a uma entrevista de Steven Spielberg realizada em 1982, à época de Poltergeist e E. T., pelo pessoal do canal ABC. Adoro Spielberg, é meu diretor favorito, e ter a grata surpresa de vê-lo jogando TEMPEST, o Arcade clássico da Atari, bem no começo da entrevista foi algo muito bacana. O diretor, de fato, era super fã da Atari, tinha um Atari 800 em sua casa à época e fazia frequentes visitas ao escritório daquela empresa – principalmente para verificar o andamento dos jogos de Atari 2600 baseados nos filmes Raiders of the Lost Ark e E. T., ambos criados e programados por Howard Scott Warshaw, pessoa que tive a honra de entrevistar para a Jogos 80, além de meu amigo.

Tomei a liberdade de capturar algumas imagens de Spielberg jogando para compartilhar com vocês.

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Hoje: Entrevista no MultiShow

1 novembro, 2007

logo_urbano.jpgHoje, dia primeiro de novembro, o canal MultiShow (do grupo Globosat) exibirá, no programa Urbano, um especial sobre pessoas nostálgicas. Fui entrevistado sobre minha paixão por games antigos, bem como minha coleção, e a equipe de tevê gravou justamente em meu quartinho de “bagunças”.

Além de mim, entrevistaram outras pessoas nostálgicas. Salvo engano, um colecionador de carros antigos, uma garota de 18 anos que se veste como as pin-ups americanas dos anos 50 e outras personalidades.

A entrevista será exibida às 23:15 horas e terá reprises, conforme a grade da emissora, nos seguintes dias e horários: sáb, às 17h30; Dom, às 9h e 21h45; Seg, à 1h30 e 18h30; Ter, às 7h30 e 16h; Qua, às 13h.

Atualizando hoje (02/11): entrevista no ar! Agradeço ao amigo Ernani por tê-la gravado para mim!


Não gosto de você: Bushnell Vs. Baer

28 outubro, 2007

ralph_baer.jpgOntem tive a oportunidade de ler a entrevista feita pelo UOL com o pai da Atari, o engenheiro americano Nolan Bushnell. Como de praxe nessas entrevistas, aguardei que meus olhos se deparassem com duas perguntas referentes a Ralph Baer, o engenheiro alemão – radicado nos E.U.A – que foi creditado na História como o inventor do videogame doméstico, o Odyssey. Abaixo reproduzo parte da entrevista:

“SO – E Ralph Baer e a Magnavox Odyssey, o primeiro console para a sala de estar que foi vendido antes da primeira Pong jamais ser instalada?

Bushnell - A Atari estava no ramo muito antes da Magnavox sair. Fizemos o “Computer Space” antes da Magnavox. A Atari obteve sucesso após sucesso, e a Magnavox teve um jogo análogo que não foi muito bem recebido. Não era divertido. Ralph Baer gosta de pensar que inventou a Pong, mas ele inventou a Magnavox, que é um jogo totalmente diferente.

SO – Bem, ele recebeu uma medalha presidencial pela “criação, desenvolvimento e comercialização pioneira de videogames interativos”. Mas então vocês tiveram mais sucesso financeiro. Quando Baer estava aqui na Alemanha, no ano passado, ele disse que ainda desce todos os dias para o porão para soldar e inventar coisas. O mesmo acontece com o senhor?

Bushnell - De fato não. Sou um cara diferente. Penso em termos de negócios, em termos de coisas que são realmente grandes e casam tecnologia com entretenimento. É aí que gosto de passar meu tempo e tento garantir que surja um negócio”.

bushnell1.jpgA “briguinha” dos dois vem de longa data. Baer, cujo invento (o Brown Box) foi idealizado na década de cinquenta e criado/desenvolvido na década seguinte, foi patenteado e virou o primeiro videogame doméstico do mundo, o Odyssey (não confundir com o Odyssey lançado no Brasil). Bushnell, com o auxílio do engenheiro Al Alcorn, criou o primeiro sistema de Arcade de sucesso popular, o famoso PONG, em 1972. As rusgas entre os dois titãs começaram, então, quando Baer acusou Bushnell de ter copiado a idéia de um dos jogos do Odyssey, o Table Tennis, para a criação de seu PONG. De fato, Bushnell participou do evento em que o Odyssey foi primeiramente demonstrado ao público – seu nome consta da lista de participantes do trade show em Burlingame, Califórnia em 1972. Por outro lado, Bushnell disse à ocasião que os jogos do Odyssey eram simplórios em demasia, que seu PONG era mais avançado e mais divertido; portanto, não seria uma mera cópia do Table Tennis. Disse, também, que havia criado um jogo anterior ao PONG de sucesso irrisório, o Computer Space, e portanto não era um novato na área. O desfecho do episódio não poderia ser pior para o “relacionamento” de ambos: em 1977 a Atari precisou pagar à Magnavox, detentora dos direitos do Odyssey, a quantia de 700 mil dólares por ter infringido a Lei de Patentes.

Brigas e desentendimentos à parte, o fato é que ambos têm uma importância ímpar na História dos games. São tão importantes quanto diferem entre si. Baer é um técnico por formação, engenheiro de televisores, e sua praia é ser inventor, criar e fabricar. Já ouviu falar do jogo Genius (Simon)? Pois é, ele quem o criou! Bushnell, embora também engenheiro, teve o tato, o tino comercial de transformar aquelas novas tecnologias em produtos largamente vendáveis, em sucessos de público; a praia de Bushnell, portanto, era o dinheiro, o desafio.

pong.pngDiscutir quem fez o quê ou quem foi/é o mais importante para o advento do videogame enquanto novidade é como discutir sobre a origem do ovo e da galinha: quem veio primeiro? Em nosso caso, porém, a pergunta que se aplicaria seria esta: quem começou a detestar outrém primeiro: Bushnell ou Baer? Eis a questão!

Não deixe de ler a entrevista que fizemos com Ralph Baer na Revista Jogos 80.


Moon Patrol: a melhor versão doméstica?

26 outubro, 2007

Moon Patrol é um clássico favorito do Arcade. Gastei inúmeras fichas neste game lançado em 1982 pela Irem – e distribuído pela Williams no Ocidente – que foi o primeiro a incorporar o tipo de scroll em parallax (imagens de fundo que se movem em velocidades diferentes, o que dá impressão de distância e profundidade) na tela. No comando de um tanque lunar, o jogador precisa percorrer a superfície do satélite natural da Terra enquanto alveja naves alienígenas e rochas, e salta sobre buracos e rochas. Não bastasse a ação empolgante, a trilha sonora dá cadência, contagia e é super viciante.

Após duas décadas, fica a pergunta: qual a melhor versão doméstica de Moon Patrol? O game, aliás, foi portado para Apple II, Atari 2600, Atari 5200, Atari 800, Commodore 64, MSX, TI-99/4A, TRS-80, ZX Spectrum, Atari ST e, não oficialmente, para o ColecoVision. Na verdade, eu escolhi três versões, as melhores na minha opinião.

 

Atari 2600

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A versão do Atari 2600, lançada pela própria Atari em 1983, é surpreendentemente divertida apesar das deficiências do console em relação aos gráficos e som. Até mesmo o tanque lunar, cuja aparência difere totalmente da versão Arcade, é animado. E, claro, a música está lá. Muito bacana!

Vídeo comentado (em Inglês) da versão do 2600:

 

ColecoVision

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O ColecoVision recebeu, talvez, a melhor versão 8 bits na forma de um clone, Matt Patrol, programado por Matt Householder e que seria lançado pela Atarisoft em 1984. Devido ao Crash de 1983, o game não chegou a sair oficialmente, mas recentemente teve alguns gráficos alterados por seu criador, bem como o nome do jogo, para que a ROM pudesse ser disponibilizada para download. Os gráficos do tanque lunar – e a animação do molejo da suspensão – são praticamente idênticos ao do Arcade, há a reprodução do scroll e a música viciante. Pena realmente que os gráficos tenham sido mudados; as naves e as rochas são diferentes (alguns até bizarros!). Muito boa a versão! Podem baixar o protótipo aqui.

Um vídeo que fiz da animação do tanque em Matt Patrol (sem áudio):

 

Atari ST

mp1.gifO micro de 16 bits da Atari dispõe de uma versão muito bonita de Moon Patrol, publicada pela própria Atari em 1987. Colorido e bem animado, o game do ST é, de longe, o mais bonito graficamente, embora o gráfico do tanque lunar tenha sido apenas inspirado no Arcade. A ação é rápida, mas há um grande problema: a velocidade do tanque parece estar “amarrada” à velocidade do terreno lunar, diferentemente da versão Arcade; quando se desacelera o tanque, tem-se a impressão de que a superfície igualmente “desacelera”, o que tira um pouco da graça. A música, embora parecidíssima com a original, ganhou um arranjo um tanto diferente, o que pode desagradar aos fãs mais hardcore. No geral, é bem bacana.

Um vídeo da versão Atari ST (não com a música original do game):

 

Apple II

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A versão dos micros Apple II, lançada pela Atarisoft em 1983, é uma das mais legais. É bonita graficamente, apesar do déficit de cores dos Apple, é rápida e dispõe da famigerada música. Há uma tela de abertura, também, super bonita.

 

Humildemente, porém, acho que nenhuma versão doméstica faz jus à versão do Arcade, um dos jogos mais legais de todos os tempos. Fiquem, então, com o vídeo abaixo:

 

 


A foto que sobrou…

24 outubro, 2007

Há pouco me dei conta de que tenho apenas uma única foto da época em que ganhei e brinquei originalmente com nossos queridos itens de coleção nos anos oitenta. A foto que podem ver, provavelmente feita em 1985, mostra meu Atari 2600 Polyvox à direita, que ganhei no Natal de 1983, meu IntelliVision II – da Digiplay – à esquerda e escondido atrás das caixas de diskettes, ganho no Natal de 1984, e meu Exato Pro, um clone de Apple II feito pela CCE que ganhei em meados de 1985 e que estava equipado com disk drive NPH de 5.25″. Aliás, o jogo que rodava no Exato era Spy Vs. Spy; pena que o flash da câmera tenha esbranquiçado a tela.

Aparecem, ainda, um joystick Anko para Apple II, um Picotex e cartuchos de Atari. Eu gostaria que tivessem tirado uma foto minha ao lado dos aparelhos. Sinceramente? Não sei o porquê de não ter acontecido, acho que meus pais e meu padrinho, que morava conosco, não ligavam muito para fotografias. Os aparelhos que estão na imagem acabaram vendidos, tive que recomprar, por motivos de coleção, o Atari e o IntelliVision II. O Exato foi substituído por um Apple II GS.

A propósito, o Atari foi comprado no Mappin Praça Ramos, o IntelliVision, na Cinótica, e o Exato, na Garra Computadores, que ficava na Rua Abílio Soares.

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